Os 23 segredos para você ter sucesso garantido com amigos, família ou parceiro amoroso. [Parte 1]

 

Eu não poderia deixar o conteúdo deste post de fora do blog, pois tenho certeza absoluta que se você aplicar todas essas regras de ouro sua vida mudará consideravelmente. Importante: nenhum ponto apresentado é algo impossível de alcançar. Com foco nos erros e acertos você pode chegar lá antes do que espera! Vamos ver quais são estes milagres:

 

O Mestre

 

 

Antes de tudo tenho que tirar um minutinho para dar o crédito ao idealizador da façanha. O responsável por pesquisar e publicar o conteúdo que inspira este post é o professor Vicente Caballo, um estudioso espanhol muito premiado pelo mundo que já publicou diversos livros dentro da psicologia, ministra palestras e continua na ativa pesquisando outros temas além das habilidades sociais.

 

 

 

 

 

 

Conquistando a harmonia

 

Primeiro vamos entender o que estabeleci como sucesso no que se refere às relações com amigos, família e parceiro amoroso (que pode ser desde um paquera até um cônjuge de longa data).

 

Para que uma interação tenha harmonia é imprescindível, que ambos os lados se entendam; portanto considero que o primeiro ponto do sucesso seja a clareza.

 

E para que esta interação valha a pena e possa dar início a uma boa relação, é importante que gere um resultado positivo para ambos os lados também. Logo o meu segundo ponto é a cooperação mútua, assim conquistaremos progressos nas nossas vidas ao interagir com pessoas. Isso é sucesso!

 

Então se você me acompanha deve ter notado que no post anterior te dei uma introdução às habilidades sociais (recomendo que você leia também). É exatamente disso que você precisa para estabelecer uma comunicação clara e que traga crescimento para você e para as pessoas ao seu redor.

 

Aqui vou dar continuidade ao assunto brevemente com 23 pontos poderosos levados em conta por pessoas que mantêm relações sociais de sucesso (as pessoas estudadas pelo nosso amigo Vicente Caballo).

 

Esses pontos serão divididos em dois posts para não me estender demais.

 

Posso ainda detalhar cada item em outros posts futuros, mas é interessante vermos primeiro essa prévia mais abrangente.

 

Nesses pontos você vai notar algo muito forte em comum: os direitos das pessoas a serem respeitados. Caballo os chamou de direitos humanos básicos.

 

Porém não se trata daqueles direitos associados a um sermão sobre os direitos e deveres de cada pessoa. O objetivo é que seu dia a dia flua leve com aquela sensação gostosa de que todo mundo te respeita e entende. E essa sensação deve acontecer tanto com você quanto com quem interage contigo.

 

Até porque se alguém quer ter sucesso na vida social sem respeitar o próximo acredito que goste de conviver perto de gente que a desrespeita, certo? Caso não, então já poderia começar a trabalhar nisso antes dos 23 pontos ou fingir que essas informações nem existem!

 

O respeito é imprescindível e sem ele não vai sobrar muita gente perto de você. Se sobrar, não será uma convivência harmônica.

 

E se há respeito da sua parte, mas não por parte dos outros, você pode sim passar por um período um pouquinho mais solitário sem isso significar um fracasso até você renovar seu ciclo de convivência.

 

Agora vamos logo à primeira parte dos 23!

 

 

 

 

 

 

1. Você não precisa assumir a culpa por erros que não cometeu.

 

O Vicente descreveu assim: "O direito de manter sua dignidade e respeito comportando-se de forma habilidosa e assertiva - inclusive se a outra pessoa sente-se ferida - enquanto não viole os direitos humanos básicos dos outros."

 

Ou seja, se alguém sair por aí dizendo que foi prejudicado, ofendido ou qualquer outra forma de desrespeito por você não quer dizer que você seja obrigado a concordar e assumir a responsabilidade.

 

Não é raro acontecer isso hoje em dia; pessoas nos dizem coisas deste tipo de formas explícitas ou não no dia a dia. Fique esperto para se defender e se estiver errado mesmo, assuma.

 

Você pode estar agora pensando em desistir por não ter tanto jeito assim para conseguir se defender de algo que pode se tornar tão tenso. Não se esqueça de uma coisa...

 

Você poderá aprender como se defender se continuar lendo os próximos tópicos, os demais posts sobre o assunto ou até mesmo começar a fazer terapia!

 

2. "O direito de ser tratado com respeito e dignidade."

 

Eu nem deveria precisar escrever sobre isso, né? Porém esse é o segundo direito humano básico.

 

Tudo é didaticamente detalhado de forma a prezar pela eficiência do resultado.

 

 

 

 

 

 

 

3. "O direito de negar pedidos sem se sentir culpado ou egoísta."

 

Na minha humilde opinião este é um dos pontos mais importantes, mesmo assim muita gente o negligencia.

 

Para aplicá-lo precisamos trabalhar os nossos sentimentos (assim como quanto em todos os outros pontos também), pois nosso direito continua valendo mesmo quando todo o contexto explicita desejos, direitos e necessidades das outras pessoas em oposição às nossas.

 

Você precisará aprender a dizer não. Dependendo do contexto você poderá explicar, poderá deixar que alguém se manifeste para que se defenda ou poderá não dizer nada mesmo.

 

Afinal, as outras pessoas também têm a capacidade de se colocar no nosso lugar e entender nossas necessidades, direitos e vontades.

 

 

 

 

 

 

4. "O direito de experimentar e expressar os próprios sentimentos."

 

Quanto a este ponto gosto muito de usar o seguinte exemplo: Imagine que você está assistindo a um filme de ação com um amigo e de repente ele se emociona às lágrimas numa cena em que você jamais entenderia o motivo pelo qual alguém ficaria tão mexido.

 

Você pode até perguntar se está tudo bem e se tiverem intimidade poderá rolar alguma brincadeira quanto a isso, mas é direito dele expressar. Afinal deve ser um saco assistir filmes prendendo tanto o riso quanto o choro, não é mesmo?

 

 

 

 

 

  

5. "O direito de parar e pensar antes de agir."

 

Sabe aquelas situações em que estamos comprando algo e parece que temos que responder logo para não sermos cobrados ou expulsos? Só parece mesmo!

 

Aprenda: se não saber o que dizer, diga "não sei", diga "vou pensar", ou diga que quando souber a resposta procurará a pessoa em questão para respondê-la.

 

Enfim, há mil maneiras de você não responder sem você se comprometer. Dependendo do contexto, responder sem pensar implicará em uma responsabilidade assumida, então use tudo quanto for necessário do seu direito de pensar antes de agir!

 

6. "O direito de mudar de opinião."

 

Porém, se você responder algo e se arrepender poderá muito bem mudar!

 

Você poderá sofrer alguma consequência com isso, mas seu direito continua valendo, certo? Sim e ponto. (Quem leu o post passado vai entender essa com mais facilidade)

 

Um outro olhar sobre este ponto: Muitas pessoas abominam quem diz ter um posicionamento e em algum outro momento age de forma contraditória.

 

Veja que nem sempre tem como assumirmos que nesse tipo de situação a pessoa em questão esteja sendo hipócrita, mesquinha ou falsa.

 

As pessoas podem muito bem mudar de opinião no meio tempo desde a última vez em que conversamos com elas. Então vamos tentar ter um pouco mais de paciência, né!

 

 

 

 

 

 

7. "O direito de pedir o que quiser."

 

Neste ponto cabe uma ressalva muito importante: enquanto temos o direito de pedir o outro tem o direito de negar!

 

Se aprendermos a não nos ofender quando alguém nos pede algo mais ousado para o contexto, ficando numa boa quando alguém nos negar um pedido e entendendo que deve haver algum motivo, poderemos conviver muito mais em paz no nosso dia a dia.

 

O que poderia ser um pedido ousado? Oras, imagine que você tem fechado um pacote de aulas particulares de alemão com o seu professor todos os sábados das 10h30 até meio-dia na sua casa aqui em Santos.

 

Surge um passeio imperdível para uma exposição muito esperada em São Paulo com toda a sua família. Todos já liberaram o sábado inteiro para sair de casa às 9 horas da manhã e voltar apenas de noite, todos juntos lotando três carros no sábado.

 

Você empolgado pede ao professor para repor a aula durante a semana como uma exceção, é direito seu pedir.

 

Ele aceita e te dá a opção de fazer a aula na quarta-feira às 19 horas; geralmente as pessoas têm alguma flexibilidade quanto a isso. Simples assim!

 

Ele teria direito de negar pelos motivos dele, daí estaria com você a decisão de perder uma aula de alemão já paga ou perder um dia de passeio.

 

Vale ressaltar aqui que ninguém teria a obrigação dar explicações sobre o porquê de não se poder ir à aula ou de não se repor a aula. Geralmente isso é feito por consideração e respeito, mas não fazê-lo não significa a falta desses elementos.

 

 

 

 

 

 

8. "O direito de fazer menos do que é humanamente capaz de fazer."

 

Vamos a mais uma situação problema como exemplo.

 

Imagine você após um dia corrido de trabalho.

 

No caminho para casa você sonha em chegar, tomar um banho relaxante e jantar uma sopa quentinha nesse dia de inverno.

 

Quando você está chegando em casa seu telefone toca!

 

É um colega de trabalho pedindo a você para fazer algumas correções em um relatório, para que ele tenha um tempo hábil maior para terminar a parte dele de um projeto em parceria com você.

 

Ele ainda está na empresa fazendo horas extras para terminar em tempo e diz que se você puder ajudá-lo com isso ficaria muito grato.

 

Olha, podemos muito bem nos solidarizar com a situação do amigo e se não estiver tão cansado assim você pode até fazer o relatório nessa noite.

 

Só não esqueça que você ouviu a situação dele, mas ele não ouviu a sua. Talvez ele não saiba, mas você está mesmo muito cansado; afinal você teve um dia daqueles, cheio de preocupações e aborrecimentos!

 

Então se você não quiser fazer este relatório de noite poderá fazer apenas no dia seguinte quando chegar ao trabalho.

 

Esse é seu direito, pois você é humano, não um super-herói! Entendeu o ponto?

 

9. "O direito de ser independente."

 

Ao mesmo tempo, se você quiser exercitar o seu lado heróico em algumas coisas que você possa fazer sozinho ou tentar fazer, é direito seu.

 

Sobre isso vale ressaltar que se aplica tanto para homens quanto para mulheres.

 

Então se você, querida, preferir trocar o pneu do seu carro você mesma pela primeira vez seguindo instruções, pode tranquilamente agradecer pela ajuda oferecida e recusar educadamente.

 

Ninguém terá motivos para dizer que você não é uma dama, pois não há nada de grosseiro em recusar pedidos falando gentilmente.

 

Fazendo algumas coisas sozinha você finalmente conseguirá aprender e ficará aliviada se numa próxima vez não tiver ninguém disponível que saiba executar o serviço.

 

Portanto, se quiser recusar ajuda, recuse! Você pode até dizer que tem vontade de tentar sozinha para aprender e se não conseguir pedirá ajuda a quem te ofereceu.

 

Da mesma forma, se você é alguém que não gosta muito daqueles combinados quando uma vez seu amigo paga o café e na próxima você paga, você pode muito bem dizer que deseja pagar o seu consumo individualmente.

 

Assim ninguém fica preocupado ou ofendido se num dia se consome mais e em outro menos.

 

 

 

 

 

 

10. "O direito de decidir o que fazer com o próprio corpo, tempo e propriedade."

 

Essa parte é das boas e muito simples!

 

Quer fazer uma tatuagem? Faça! O corpo é seu! (Isso se você já é maior de 18 anos, certo?)

 

Quer fazer aulas de saxofone? Faça! É o tempo da sua vida!

 

Não quer emprestar um livro, cd ou vestido para alguém? Não empreste! São propriedade sua! E não importa se você ainda usa ou não!

 

 

 

 

 

 

11. "O direito de pedir informação."

 

Ok, ok! Vamos esclarecer que ninguém será menos inteligente se perguntar alguma coisa por mais óbvia que seja.

 

Esse ponto é especial para muitos rapazes em especial, pois frequentemente vemos alguns homens muito preocupados em conseguir fazer coisas sem pedir ajuda ou instruções.

 

Ninguém nasceu sabendo e seres humanos às vezes podem esquecer ou se confundir, não é verdade?!

 

Então trabalhe em si mesmo o seguinte: se você não sabe o contexto de quem te pergunta algo que pareça sem sentido, não julgue.

 

E se alguém te julgar, você poderá aprender a se desligar das expectativas sobre a sua imagem. Se se sentir muito desconfortável poderá esclarecer, mas é importante não depender disso.

 

Sabe aquela sensação de quando estávamos na escola e perdemos a oportunidade de levantar a mão para perguntar algo no meio da aula? Tente dispensá-la e desafiar seu desconforto. O resultado pode te surpreender!

 

 

 

 

 

 

 

12. "O direito de cometer erros."

 

Aqui é necessário esclarecer algo muito importante. Você pode escolher quando cometer erros, só não dá para escolher a consequência que o mundo e as outras pessoas darão a eles.

 

Por exemplo, se você tem dinheiro para pagar a sua conta de luz ou comprar mais um modelo de calça jeans para a sua coleção, você pode muito bem optar pelo qual prefere, é seu direito.

 

Porém, não dá pra escolher deixar de pagar a conta de luz sem levar multa e sem correr o risco de ter sua luz cortada.

 

O mesmo vale para as nossas relações sociais. Lembra do que eu falei no começo do texto sobre querer ter uma vida social ótima sem respeitar o próximo? Cabe perfeitamente aqui.

 

Então lembre-se: você tem o direito de cometer erros, mas terá responsabilidade sobre eles!

 

 

E aí? Gostou do post de hoje?

 

Hoje vimos os 12 primeiros pontos. Não deixe de voltar aqui para ler os 11 restantes daqui duas semanas!

 

E não se esqueça de ler o post anterior sobre este mesmo tema, pois se você se empenhar em aplicar tudo vai se sair muito bem!

 

Responda nos comentários o que você achou deste assunto, se acha fácil ou difícil aplicar ou se você tem outros assuntos que quer aprender sobre as emoções e relações humanas!

 

Se gostou curte e compartilha. Fico muito feliz e motivada em interagir com você!

 

Um abraço!

 

 

 

 

 

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psicologa em santos, consultorio de psicologia

Amábile Rodrigues Siqueira é psicóloga pela Universidade Federal de São Paulo atuando na cidade de Santos.

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